1960

SKINDÔ

Betty foi escolhida para fazer parte do corpo de baile deste espetáculo coreografado pela americana Sonia Shaw.


   1962

TIO SAMBA

Ainda no corpo de baile de Sonia Shaw, Betty também dança neste espetáculo.


   1963

O BEIJO

Baseado na obra de Nélson Rodrigues e dirigido por Flávio Tambelini, O Beijo (no Asfalto) foi a primeira participação de Betty no cinema.


CHICA DA SILVA

Betty representa, canta e dança neste espetáculo dirigido por Carlos Machado.


   1964

SHOWS MUSICAIS NA TV EXCELSIOR

Nos musicais na TV Excelsior, Betty não só atuava como também cantava e dançava.

   1965

AMOR E DESAMOR

No filme, dirigido por Gerson tavares, Betty tem seu primeiro papel importante. Com Leonardo Vilar.


DICK & BETTY E HELLO DOLLY

Dirigidos e produzidos pela dupla Miéle e Bôscoli, estão entre os primeiros programas produzidos pela TV Globo. Em Dick & Betty 17, Betty atuava ao lado do cantor, compositor e pianista Dick Farney.

AS INOCENTES DO LEBLON

A peça, dirigida por Antonio Cabo, foi a primeira experiência de Betty no teatro.

 

   1966

ONDE CANTA O SABIÁ

Com a revolução sexual como pano de fundo, a montagem de Paulo Afonso Grisolli foi um divisor de águas, e abriu caminho para a revolução cênica que sacudiu o teatro brasileiro no fim dos anos 60 e começo dos anos 70.

 

JOÃO AMOR E MARIA

O musical de Hermínio Bello de Carvalho, com música de Maurício Tapajós e direção de Kléber Santos, tinha em seu elenco, além de Betty, Fernando Lebéis, José Damasceno, José Wilker, Cecil Thiré e o conjunto MPB-4.


   1967

PEQUENOS BURGUESES

Na montagem do Teatro Oficina para a obra de Gorki, Betty dividiu o palco com Eugênio Kusnet, Renato Borghi, Cláudio Marzo e Ítala nandi, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa.

 

O BRAVO SOLDADO SCHWEIK

A obra de Jaroslav Hazek foi montada pelo Teatro Carioca de Arte, companhia de Cláudio Marzo, Antônio Pedro e Betty.


A LEI DO CÃO

No filme, Betty contracenou com Jece Valadão, também diretor.

 

   1968

AS 7 FACES E UM CAFAJESTE

Outra produção de Jece Valadão estrelada por Betty.


A FALSA CRIADA

Outra montagem do Teatro Carioca de Arte, desta vez para um texto de Marivaux, clássico francês.


ACORRENTADOS

Interpretando Sônia Maria, Betty viveu seu primeiro papel em telenovela, ainda na antiga TV Rio, sob a direção de daniel Filho.

   1969

A ÚLTIMA VALSA

Já na TV Globo, Betty viveu Marion, ao lado de Cláudio Marzo e Norma Blum.

ROSA REBELDE

Nesta novela de Janete Clair, Betty contracenou com Gória Menezes e Tarcísio Meira.

 

VÉU DE NOIVA

Na novela de Janete Clair, Betty viveu, sob a direção de Daniel Filho, o papel de Irene, ao lado de Regina Duarte e Cláudio Marzo.


   1970

PIGMALEÃO 70

Sob a direção de Régis Cardoso, por esta novela Betty receberia seu primeiro prêmio em TV, o Troféu Helena Silveira de melhor atriz coadjuvante.

 

A PRÓXIMA ATRAÇÃO

No primeiro trabalho de Walter Negrão para a Rede Globo, Betty viveu a personagem Ciça.

   1971

AS PIRANHAS DO ASFALTO

Dirigido por Neville de Almeida, o filme foi proibido pela Censura Federal.


OS MONSTROS DE BABALU

Filme de Eliseu Visconti, também censurado e proibido durante anos pela ditadura.


NA ONDA DO YÊ-YÊ-YÊ

No filme, dirigido por J.B. Tanko, Betty contracenou com o falecido cantor Antôni Marcos.

 

O HOMEM QUE DEVE MORRER

Em mais uma novela de Janete Clair, Betty interpretou Inez, filha de um pescador vivido por Gilberto Martinho.


   1972

O BOFE

Na novela, escrita por Bráulio Pedroso e dirigida por Daniel Filho, Betty Contracenou com Jardel Filho, no papel da viúva Guiomar.

   1973

CAVALO DE AÇO

Sob a direção de Walter Avancini, Betty viveu na novela a personagem Joana, filha do dono da fazenda, interpretado por Ziembinsky.

   1974

A ESTRELA SOBE

Baseado no romance de Masques Rebello, o filme rendeu a Betty o prêmio Air France, um dos mais importantes na época, na categoria de melhor atriz, enquanto o diretor Bruno Barreto levaria o de melhor diretor.

 

CALABAR

O musical de Chico Buarque e Ruy Guerra, produzido por Chico, Fernando Torres e Fernanda Montenegro, foi proibido pela Censura Federal na véspera de sua estréia.


O ESPIGÃO

Na novela, escrita por Dias Gomes, Betty viveu a personagem Lazinha Chave-de-Cadeia.

 

   1975

O CASAL

No longa-metragem, dirigido e produzido por Daniel Filho, Betty fez uma participação afetiva para Daniel, então seu marido.


   1976

PUTZ

Na peça, dirigida por Osmar Rodrigues Cruz , Betty contracenou com Juca de Oliveira e Luís Gustavo.

 

ROQUE SANTEIRO

Considerada pela crítica especializada uma das mais importantes obras de Dias Gomes, sua primeira versão trazia Betty como Viúva Porcina ,e foi retirada do ar pela censura no dia de sua estréia.

 

 

PECADO CAPITAL

No papel de Lucinha, Betty protagonizou a primeira versão de Pecado Capital, de Janete Clair, ao lado de Lima Duarte e Francisco Cuoco.


   1977

DUAS VIDAS

Sob a direção de Daniel Filho, a novela de Janete Clair teve Betty como Leda Maria, uma mulher simples que acaba se envolvendo em um triângulo amoroso com um médico e um aspirante a cantor.

   1978

O CORTIÇO

Baseado no clássico de Aluízio Azevedo, o longa dirigido por Francisco Ramalho traz Betty como Rita Baiana.


   1979

BYE BYE BRASIL

Com trilha sonora de Chico Buarque, Roberto Menescal e Dominguinhos, o filme de Cacá Diegues foi um dos grandes momentos de Betty no cinema ao lado de José Wilker, e concorreu à Palma de Ouro em Cannes.


BRASIL PANDEIRO

No programa mensal, dirigido por Augusto César Vanucci para a TV Globo, Betty retoma o seu lado de cantora e dançarina.


   1980

ÁGUA VIVA

Em um dos mais altos índices de audiência da história da telenovela, Betty vive Lígia. A trama de Gilberto Braga foi dirigida por Paulo Ubiratan e Roberto Talma.


   1981


BAILA COMIGO

Em uma das novelas de maior sucesso de Manoel Carlos, Betty interpretou a professora de ballet Joana Lobato


LILI CARABINA

O especial de TV, protagonizado por Betty, fez enorme sucesso, e viria a se tornar posteriormente um longa para cinema.Na TV, a direção foi de Marcos Paulo.


   1982


HORA DO CARRASCO

No especial para TV, escrito por Aguinaldo Silva, Betty interpretou uma stripper da Baixada Fluminense.

AMOR VAGABUNDO

Na peça, escrita e dirigida por Domingos de Oliveira, Betty dividiu o palco com Jorge Dória.

   1983


BANDIDOS DA FALANGE

Com a constante intervenção da Censura, a minisérie de Aguinaldo Silva,com estréia prevista para 1982, só pode ser apresentada no ano seguinte. No romance policial, baseado em fatos reais, Betty interpretou a viúva Marluce.

O BOM BURGUÊS

No filme, dirigido por Oswaldo Caldeira, Betty Contracenou novamente com José Wilker.

   1984

PARTIDO ALTO

Escrita por Glória Perez e Aguinaldo Silva, a novela trazia Betty no papel da porta-bandeira Jussara.

BETTY FARIA ESPECIAL

Musical criado especialmente para Betty, dirigido por Augusto César Vanucci para a TV Globo.

   1985


JUBIABÁ

O filme, uma adaptação do livro de Jorge Amado dirigida por Nélson Pereira dos Santos, marcou a estréia de Betty como produtora executiva. No romance, Betty fez também uma participação especial como dona de um bordel.

   1986


ANOS DOURADOS

Em uma das mais aclamadas miniséries da Globo, escrita por Gilberto Braga e dirigida por Roberto Talma, Betty contracenou com José de Abreu, Malu Mader e Felipe Camargo, entre outros.



ANJOS DO ARRABALDE

Ganhador dos Kikitos de melhor filme e melhor atriz (Betty), no Festival de Gramado de 1987, o filme foi dirigido por Carlos Reichenbach.


   1987


UM TREM PARA AS ESTRELAS

Com roteiro e direção de Cacá Diegues e música-tema de Cazuza, o filme contou com uma participação especial de Betty.



   1988

ROMANCE DA EMPREGADA

Como protagonista do filme de Bruno Barreto, Betty recebeu o prêmio de melhor atriz nos festivais de Havana (Cuba) e de Huelva (Espanha), além de conquistar o prêmio Air France de Cinema de melhor atriz, um dos mais importantes na época.

SALVADOR DA PÁTRIA

Ao lado de José Wilker, Betty viveu a fazendeira Marina Cintra na novela de lauro César Muniz.

PRÊMIO VITTORIO DE SICCA

No Festival de Sorrento, Betty recebeu, pelo conjunto de sua obra, o prêmio de atriz brasileira mais representativa, com os filmes Anjos do Arrabalde, Bye Bye Brasil e Romance da Empregada.

   1989

LILI CARABINA

Em ritmo de história em quadrinhos, Betty viveu a lendária criminosa Lili Carabina em uma adaptação de Lui Farias para o especial de TV homônimo, também estrelado pela atriz.


   1990

TIETA

Baseada no romance de Jorge Amado, a novela escrita por Aguinaldo Silva teve enorme sucesso de público, e encontrou em Betty a atriz perfeita para protagonizá-la.


   1991

PERFUME DE GARDÊNIA

Vencedor de oito prêmios no XXV Festival de Cinema de Brasília, o filme dirigido por Guilherme de Almeida Prado deu a Betty o pr~mio de melhor atriz coadjuvante.

   1992

DE CORPO E ALMA

A novela de Glória Perez, que abordava a questão da doação de orgãos, teve Betty no papel de Antônia Santos Varella, mulher rejeitada de um juiz (Tarcísio Meira).

BETTY NA ESTRADA

Dirigida pelo parceiro de longa data Lennie Dale, o show marcou a volta de Betty aos palcos como cantora de músicas tema de seus personagens.


   1993

VERÃO QUENTE

Com a telenovela, Betty tornou-se a priemria atriz brasileira a atuar em uma produção portuguesa. Ao seu lado estava Régis Cardoso, o mesmo diretor de O Bem Amado.


CAMAELOA

Com textos de Flávio Souza, Betty cantava, dançava e interpretava nove diferentes personagens no palco. Músicas de Eduardo Dusek.


   1995

IDADE DA LOBA

Dirigida por Jayme Monjardim, esta novela foi uma produção idependente escrita por Alcione Araújo e exibida na TVBbandeirantes


   1997

A INDOMADA

Na novela, dirigida por Paulo Ubiratan e escrita por Aguinaldo Silva, Betty vivia a juíza Mirandinha de Sá Maciel.


FOR ALL (O TRAMPOLIM DA VITÓRIA)

Grande vencedor do Festival de Gramado de 1997, o filme - mais uma feliz parceria entre Betty e José Wilker - levou quatro Kikitos de Ouro, incluindo o de melhor filme.


   1998

LABIRINTO

Escrita por Gilberto Braga e dirigida por Dennis Carvalho, a minisérie policial de vinte capítulos trazia Betty como a amante milionária de Ricardo Velasco, personagem vivido por Antônio fagundes.

UM CASO DE VIDA OU MORTE

De David Manet, Elaine May e Woody Allen, com direção de Flávio Marinho, marcos Alvisi e Gilberto Gawronsky, foi produzida por Betty. Foi um encontro de seus companheiros do Teatro Carioca de Arte Cláudio marzo, Antônio Pedro e Alexandra marzo,que na época estava sendo gerada, anos depois, uma jovem atriz em cena.

   1999

SUAVE VENENO

Nesta novela de Aguinaldo Silva, a personagem de betty, Carlota Valdés, destaca-se por sua dupla personalidade.


   2003

BENS CONFISCADOS

O filme foi co-produzido por Betty e Sara Silveira. marcou a retomada da parceria entre a atriz e Carlos Reichenbach, também autor e diretor de Anjos do Arrabalde.


   2005

AMÉRICA

Escrita por Glória Perez e dirigida por Jayme Monjardim, a novela conta com a participação especial de Betty no papel da vilã Pimenta, líder de uma quarilha organizada de imigração ilegal para os EUA.


   2006

BETTY.DOC

Neste espetáculo especial, Betty canta e dança, interpretando diversos sucessos que fizeram parte de sua carreira.


   2007

CHEGA DE SAUDADE

No filme dirigido por Laís Bodanzky e que fala de solidão, traição e desejo, Betty interpreta Elza, que gosta muito de dançar.

PÉ NA JACA

Betty faz uma participação especial na novela, como Laura Barra, mãe das personagens interpretadas por Deborah Secco e Fernanda de Freitas.